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| O açougue que fica na frente do apartamento, não tinha muitas opções |
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| Vista da varanda do apartamento |
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| Os animados cubanos |
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| O açougue que fica na frente do apartamento, não tinha muitas opções |
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| Vista da varanda do apartamento |
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| Os animados cubanos |
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| O ônibus que faz o transfer |
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| Algumas das casas disponíveis no resort |
Antes do horário estipulado, o responsável pelos passeios aquáticos me chamou. Coloquei o colete salva-vidas, subimos no veleiro e navegamos por 30 minutos. Ventava bastante e tínhamos que nos segurar com força, pois não tinha assento, apenas uma tela esticada. No fim, perguntou se gostaríamos de ver os peixes de snorkel, por apenas 20 CUC por 1 hora. O preço é ótimo, mas acabamos deixando de fazer a atividade.
Almoçamos e depois aproveitamos a piscina até o entardecer, quando voltamos para a praia com o objetivo de apreciar o pôr do sol.
Próximo ao nosso quarto tinha uma loja de conveniência que vendia rum Havana Club, entre outros. Comprei algumas garrafas. Guilherme já tinha comprado camisetas para os sobrinhos na loja do térreo, mas depois comprou garrafinhas de rum também.
No jantar teve uma cena comovente: Guilherme começou a chorar compulsivamente. Naquele dia um senhor, o garçom, veio conversar conosco, perguntando de que parte do Brasil a gente era, pois tinha amigos médicos trabalhando no Rio Grande do Sul. Eles servem o café da manhã, almoço e jantar, ou seja, uma jornada de 12 horas, pelo menos, mas não acredito que trabalhem todos os dias. Depois fui deitar, enquanto meu amigo ficou no bar, bebendo, mas também procurando algum “boy”. E teve sorte, segundo me relatou. Enquanto procurava um lugar para sua “pegação”, disse que conversou com o segurança, pois queria saber um pouco sobre a vida dele. Contou que ganha 25 CUC mensalmente (cerca de 100 reais), mas tem casa própria.
No dia seguinte, o check-out estava marcado para 11 horas, logo, acordamos por volta das 8 horas, tomamos café da manhã, aproveitamos a praia, que estava com bandeira vermelha! Depois nos arrumamos para seguir viagem. Compramos online, na Víazul, a passagem com saída ao meio-dia. Na recepção, perguntei se podiam chamar um táxi, mas me disseram para pegar na porta. O primeiro cobrou 10 CUC, achei muito caro para uma distância de 3 km! O segundo veio e cobrou o mesmo valor, me disse que era tabelado, mas duvido.
O Táxi que pegamos ao menos era um carro antigo bonito, que nos deixou na rodoviária em poucos minutos. O site pedia para levar o ingresso impresso, mas Guilherme não tinha lembrado, contudo, nós dois tivemos que trocar a passagem por um bilhete de papel na rodoviária. Os primeiros ônibus que apareceram eram novinhos, mas depois de uns 30 minutos de espera apareceu o nosso, caindo os pedaços!!! O banheiro, como de costume, estava fechado, não tinha lugar marcado, embora tivesse uma numeração no bilhete, as poltronas estavam gastas. A viagem levou mais de 3 horas. A surpresa: todos diziam que o ônibus iria direto para a rodoviária, que fica em Novo Vedado, mas o motorista avisou que pararia no final do túnel que fica próximo ao Paseo del Prado! Informei ao motorista que desceríamos ali. Seria possível andar até a casa particular em Centro Habana, onde nos hospedaríamos, no entanto, precisava ir ao banheiro, então, pegamos um táxi, que cobrou 5 CUC. O carro era tão velho que se me cortasse pegaria tétano!
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| Mural de Che na Plaza de Revolución |
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| Café da manhã |
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| Essa linda me deu tchau |
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| O famoso Hotel Nacional |
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| Em busca de wi-fi |
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| O famoso cine Yara |
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| Universidade de Havana |
Enquanto retornávamos para o hostel, aconteceu algo bem desagradável: o assédio masculino. Na rua mais movimentada de Havana, a Obispo, perdi meu amigo de vista, que estava caminhando mais rapidamente, logo, segui em direção ao hostel. Uns três homens me abordaram, enquanto outros caminhavam ao lado. Dizendo que deveria casar com um homem cubano, que são ótimos. Tentava andar apressada, mudar de calçada e novamente vinham me abordar. Já estive no Marrocos sozinha e achei a aproximação pior. Um sujeito me seguiu até a porta da hospedagem! Se tivesse viajado só teria outra impressão de Havana e ficaria bastante irritada e até com medo. Nos momentos em que estava acompanhada não falavam absolutamente nada.
Cheguei no hostel e 5 minutos depois meu amigo apareceu. Estávamos com fome e fomos até o restaurante Van Van, relatado no post anterior. Guilherme pediu um prato tradicional de Cuba: Moros y Cristianos (arroz e feijão misturados), enquanto preferi comer frango.
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| Nessa imagem, no canto esquerdo, dá pra ver o Cristo de Cuba |
O primeiro andar está sempre lotado e as pessoas se espalham pelas ruas ou se espremem no salão, mas tem outros andares mais vazios. Então seguimos até o terceiro andar. Cada ambiente tem um nome e é decorado com fotos de pessoas importantes que já visitaram o lugar, camisas, assinaturas. Sentamos, pedimos o mojito (6 CUC) e ficamos aproveitando o grupo que tocava músicas latinas.
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| Carro na Plaza del Cristo |
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Decidi que era hora de conhecer Cuba e previamente sabia do interesse de um amigo em visitar o país de Fidel. Perguntei se gostaria de viajar e topou imediatamente, contudo, ele tinha sérias restrições no meu período de férias, pois faria uma prova naquele mês de novembro. Teríamos apenas uma semana, então só poderia experimentar Havana e Varadero, embora tivesse excelentes recomendações sobre Trinidad, Cienfuegos, Cayos, etc.
Assim que tomei banho fui na sacada para ver a rua e uma criança que morava em frente mandou beijos. A senhora que o segurava gritou que ele amava as loiras! O dia estava cinzento pela manhã, chovia bastante. Peguei meu guarda-chuva, Guilherme pegou o que tinha no quarto para os hóspedes e saímos para explorar a cidade.
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| O vizinho fofo |
Instalei previamente o melhor app de localização offline, o MAPS.ME, baixei o mapa de Cuba, mas antes de sair do hostal o GPS simplesmente não conseguia me localizar. Então saímos com o roteiro que tinha feito, mas sem mapa. Seguimos flanando pelas ruas de Havana.
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| O cocotáxi, um dos meios de transporte da cidade
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Registro que o acesso à internet em Cuba é bem precário. É preciso comprar um cartão da ETECSA (La empresa de Telecomunicaciones de Cuba) e encontrar um hotspot com wi-fi, seja nas ruas (aqui tem uma lista com os endereços dos espaços públicos) ou no hall dos hotéis. O preço sugerido e de 1 CUC pelo cartão de 1 hora e 5 CUCs pelo de 5 horas.
Caminhamos até o Capitólio Nacional, prédio que foi a a sede do governo de Cuba até a Revolução cubana. A arquitetura tem como inspiração o prédio do Capitólio de Washington, nos EUA. Seguimos pela avenida “Paseo Martí” e cada carro antigo que passava fazia com que suspirássemos, pois era nosso primeiro contato com o “cartão postal” de Havana.
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| Lanchonete |
Atrás do Capitólio, na rua Industria, fica a charutaria “Fabrica de tabacos Partagás“, que é uma das mais antigas fábricas de charuto, no entanto, foi deslocada para outra localidade. Atualmente existem mais de 500 pessoas produzindo as marcas mais famosas, seja Cohíba ou Montecristo. A empresa foi fundada em 1845 pelo espanhol Jaime Partagás. No local agora funciona um museu, que cobra 10 CUCs pela vista guiada. Entramos apenas no salão de vendas, que estava lotado de turistas.
No retorno, passamos na porta do Gran Teatro de la Habana, que oferece visitas guiadas, mas não entramos. Depois caminhamos por todo o Paseo del Prado (também conhecido como Paseo de Martí), que começa no Capitólio e vai até o Malecón. A rua serve como divisão entre Habana Vieja e Centro Habana. O ambiente é agradável por ser arborizado e naquele momento fazia um calor terrível. A construção iniciou em 1772, logo após se tornou muito popular com a burguesia da cidade. Edifícios importantes foram erguidos em ambos os lados. No início do século 20 se tornou o local mais procurado pelas famílias bem-sucedidas para construir suas residências. No final de 1920, o paisagista francês Jean Claude Nicolas Forestier colocou leões de bronze, bancos de mármore e lâmpadas no local.
No retorno, na rua San Juan de Díos, vimos um “supermercado” (Ideal Mercados) e decidimos entrar para conhecer a realidade dos cubanos. Naquele momento tive um choque, pois sabemos sobre o embargo dos EUA a Cuba, mas me deparar com a escassez de produtos foi muito impactante. Não existe mercado como nos outros países, que você entra e escolhe os produtos e as marcas que prefere. Encontrei um balcão e a vendedora vai embalando o que é pedido. Não tem opção. Tem um tipo de açúcar, de feijão, de arroz, etc. Existe uma caderneta, pois os produtos são limitados e cada um só pode adquirir uma quantidade específica de alimentos.
Ainda não era meio-dia e seguimos para conhecer “La Floridita“, bar que ficou famoso porque Ernest Heminway visitava o local para beber seu daiquiri. Conseguimos um lugar no bar, embora o ambiente estivesse cheio de turistas. Pegamos o menu e optamos pelo daiquiri clássico, com açúcar, gelo, suco de limão, Marrasquino (licor de cereja) e rum. O preço é salgado: 6 CUCs. Serviram chips de banana junto com a bebida, além de ter música ao vivo.
Na saída, passamos pelo Patio de los artesanos, que é uma feira de artesanato que vende suvenires de Cuba.
Seguimos pela rua mais famosa de Havana, Obispo, que está sempre cheia e movimentada. Ali encontramos cadeca (casa de câmbio), lanchonetes que vendem com CUP (moeda nacional), farmácias, livrarias, etc.
Na mesma rua, esquina com Aguiar, encontramos a linda Drogueria Johnson, que foi aberta em 1914. Anteriormente as farmácias eram conhecidas como “boticas” e chamavam atenção por suas elegantes instalações.
Voltamos ao hostal para decidirmos onde almoçar, pois já estávamos cambaleando de fome. Fiz uma lista com lugares próximos com bom custo-benefício. Finalmente o gps me encontrou e o app Maps.me funcionou, pois até aquele momento caminhamos sem qualquer mapa. Logo na rua seguinte tinha o restaurante “VanVan“, muito bem avaliado no Tripadvisor (3º lugar). Fomos recebidos por uma simpática garçonete, que carinhosamente apelidamos de “Penélope”, pois parecia a Penélope Cruz. Pedi “Pollo curry arroz ensalada” por 6 Cucs e um mojito por 2,50 Cucs. O restaurante é maravilhoso, tanto que voltamos naquele dia e no dia seguinte.
Com a energia renovada, seguimos até la Plaza de la Catedral, onde fica a Catedral de Havana. Naquele dia não visitamos a igreja, pois estava acontecendo um evento escolar na praça e ficamos de expectadores, aplaudindo as apresentações.
Em razão da proximidade, entramos na “Casa del Marqués des Arcos“, que é considerada um dos expoentes da arquitetura residencial em Cuba. A construção data de 1741. Já funcionou como Correio e Liceu Artístico e Literário. Atualmente abriga a Oficina Gráfica Experimental de Havana, onde artistas (principalmente cubanos) fazem serigrafias, gravuras e litografias. Não pagamos ingresso para visitar a casa, mas os funcionários que mostram os objetos pedem uma contribuição.
Visitamos ainda a rua Brasil (também conhecida como Teniente Rey), logo após, entramos na Basílica de São Francisco de Assis, construída em 1716, que é símbolo da presença da ordem franciscana em Havana. É uma reconstrução, pois a original, erguida em 1951, foi destruída por um furação. Após o domínio inglês, a basílica passou a servir aos anglicanos, nos anos seguintes a Igreja Católica deixou de utilizar a igreja como local de culto. Em 1907 o governou comprou a igreja e a transformou em armazém. Hoje é uma das melhores casas de concertos, em razão da excelente acústica.
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| Olha quem estava na rua Obispo |
Na rua Obispo, no retorno para o hostel, nos deparamos com um grupo circense que animava os pedestres.
Anoiteceu, antes de irmos jantar, resolvemos passar na boate lgbt que ficava numa rua próxima (Fashion Bar Habana), e, segundo relatos de um site cubano, tinha show de drags (que amo!). Passamos no local umas três vezes e não vimos nada que pudesse ser uma boate. Meu amigo foi até uma moradora local se informar. Ela nos respondeu “Ah, o prédio foi comprado por um coreano. Dividiu em vários apartamentos para alugar”.
Novamente voltamos ao restaurante “Van Van“, pois meu amigo queria jantar, eu apenas pedi uns croquetes de vegetais e bebi um daiquiri. Guilherme logo fez amizade com as alemãs da mesa ao lado, perguntando se não queriam ir conosco em uma boate, que também encontramos na internet, mas disseram que estavam cansadas. Perguntamos ao “bicicletáxi” quanto seria a corrida até o inferninho. O cara queria 10 Cucs, depois desceu pra 7 Cucs, mas nos informaram que o valor correto seria 2, então decidimos caminhar, não chegava a 2 km. Andamos nas ruas praticamente sem iluminação pública, mas não sentimos medo. Chegando lá, cadê o tal “Escaleras al cielo”? Não existia! Alguns homens vieram oferecer o ingresso para o show que funciona no prédio, o famoso “Buena Vista Social Club”. No retorno, um motorista de táxi nos parou, falou que era um grande atleta de baseball, além de ter vindo nas Olimpíadas do Rio de Janeiro como convidado. Disse que treina em dias alternados e quando está livre trabalha como taxista. Mostrou as fotos no celular!
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| A linda nota de 3 CUPs (peso cubano) com o rosto de Che Guevara |
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| CUC ou peso convertido |
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| Cadeca (Casa de câmbio) do aeroporto em Havana |
Existe um desencontro de informações sobre o assunto. Os blogs que pesquisei informavam que, viajando de Copa Airlines, o passageiro poderia comprar o documento apenas na conexão no Panamá. Dois dias antes da viagem, que ocorreu em novembro de 2017, liguei para a companhia aérea, que não sabia o valor, tampouco o local onde teria o documento disponível.
A passagem de Malta para Madri foi comprada no site do Smiles, por 12.500 milhas, para voar Alitalia. O lado negativo é que tinha – obrigatoriamente – a conexão em Roma. O voo saiu 17:45, cheguei em Roma às 19:10 e apenas às 23:50 aterrissou em Madri!
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| Mapa do metrô |
Visitar “El escorial” não era o “plano A”, mas, de acordo com o tempo que tínhamos, achei que era a melhor opção (Córdoba e Ávila ficaram para uma próxima visita). Pegamos o metrô na estação “Barajas” até a estação final da linha 8, “Nuevos Ministerios”. Ali fizemos a baldeação para o trem “cercanías”, pegamos a linha C3 com sentido a estação final “El escorial”.
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| Mapa do trem “cercanías” |
O trajeto até “El escorial” durou um pouco mais de uma hora. A estação final é pequena e tem apenas um restaurante e uma lanchonete. Fomos num mercadinho que fica próximo, mas meu amigo só tinha uma nota de 50 euros, então a dona disse para trocar na farmácia ao lado. Comprei apenas uma água.
Seguiríamos pela estrada, mas um senhor, morador do local, de uma forma muito simpática, se aproximou, perguntou se iríamos para “El escorial” e sugeriu que seguíssemos por dentro do “Parque y jardines de la casita del principe“, que é um lugar arborizado e lindo, mas o calor era absurdo. Saímos vestidos com calça e camisa de manga, uma vez que seguiríamos direto para o aeroporto no início da noite. O local foi construído em 1774 para o Príncipe de Astúrias, futuro Carlos IV.
Madri possibilita inúmeros passeios bate-volta para cidades históricas. Eu mesma já estive em Toledo, Segóvia e Aranjuez. A 50 km de Madri fica localizada a cidade de San Lorenzo de El Escorial, que encanta por sua cultura, mas sobretudo pelo Mosteiro de El Escorial, declarado Patrimônio da Humanidade pela Unesco em 1984.
Em 1558, afetado pela morte do seu pai, Carlos V, Felipe II mandou construir o mosteiro para consolidar a Casa de Áustria na Espanha e preservar a memória da sua família. O obra iniciou em 1563, sendo que em 1567 assumiu o arquiteto Juan de Herrera, conferindo a marca particular: o estilo “herreriano”.
O prédio é gigante e abriga no seu interior o Pátio de Reyes, a Basílica, a Biblioteca (que é linda!!!), o Panteão dos Reis, o Panteão dos Infantes, os Palácios e os Salões Capitulares, entre outros espaços. Há ainda a Pinacoteca e o Museu de Arquitetura. É um monumento que resume as aspirações ideológicas e culturais da “Era de Ouro” espanhola. Pelo que percebi, também funciona uma escola na propriedade.
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| A biblioteca! Imagem da “Wikipedia” |
Nasceu como um mosteiro de monges da ordem de San Jerónimo, mas também foi um palácio para abrigar o rei e sua comitiva. A escola e o seminário completavam a função religiosa do mosteiro. Felipe II viveu da Páscoa até o outono no prédio, especialmente no fim da sua vida.
Infelizmente não se pode fotografar no interior do mosteiro, apenas nas partes descobertas e jardins. O local é imenso e nos perdemos por diversas vezes, tanto que em alguns momentos nos mandaram voltar para seguir o fluxo corretamente. O ingresso custou 10 euros. Meu amigo disse que gostou mais de visitar “El escorial” que o Louvre. Não é pra tanto, mas pudemos apreciar incontáveis obras de arte dos grandes artistas espanhóis, como El greco, Velázquez, Goya, mas também dos grandes mestres mundiais, como Tiziano, Bosch, Caravaggio.
Não encontramos um local para comer no retorno e estávamos morrendo de fome. No restaurante da estação já não tinha almoço disponível, então fomos num mercadinho chinês. Comprei um sanduíche de ovos e um refrigerante. Meu amigo me infernizou, dizendo que era doida de comer algo com maionese e ovo vindo de um mercado chinês, tanto que o lanche começou a me enjoar e joguei fora. Quando chegamos na estação “Barajas”, observamos que faltava 10 minutos para a saída do próximo transfer, que partiria às 20 horas! Não vimos o tempo passar, pois o céu estava claro. Dessa vez seguimos pela avenida principal (Av. de Logroño) e me entristeci por não ter tempo, pois os restaurantes estavam cheios de pessoas comendo tapas e bebendo tinto de verano!
Chegamos no hotel e faltava 2 minutos para 20h. Pegamos a bagagem e esperamos a van, que estacionou na frente do hotel. Chegamos no aeroporto em 2 minutos. Eu e meu amigo dividimos as reservas, a do Ibis eu fiz, mas usando o cartão dele. O valor já estava pago e quando entrou no aplicativo do cartão, no celular, ainda no aeroporto, notou nova cobrança, no entanto, assim que chegamos no Brasil, enviou um e-mail para o hotel e o valor foi estornado.
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| Um barco “luzzu” |
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| St. Elmo lighthouse |
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| A maior saudade que tenho da Europa: sidra! |
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| O ferry |
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| Resquício da dominação britânica |