Seja você mesmo; todos os outros já existem.
— Oscar Wilde.
Este é meu primeiro post no meu novo blog. Este é só o começo do blog, então fique de olho. Assine abaixo para receber notificações das minhas postagens novas.
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Este é um exemplo de post, publicado originalmente como parte da Blogging University. Inscreva-se em um dos nossos 10 programas e comece o seu blog do jeito certo.
Você vai publicar um post hoje. Não se preocupe com a aparência do seu blog. Não tem problema se você ainda não tiver dado um nome para ele ou se parecer complicado. Basta clicar no botão “Novo post” e dizer por que você está aqui.
Por que fazer isso?
O post pode ser curto ou longo, uma introdução à sua vida ou uma declaração de missão para o blog, um manifesto para o futuro ou um simples resumo dos tópicos que você planeja publicar.
Para ajudar você a começar, confira algumas perguntas:
Você não precisa se ater a nada disso. Uma das partes mais interessantes sobre os blogs é que eles evoluem constantemente enquanto aprendemos, crescemos e interagimos uns com os outros, mas é sempre bom saber de onde e por que você começou. Além disso, organizar seus objetivos pode dar ideias para outros posts.
Não sabe por onde começar? Escreva o que vier primeiro à cabeça. Anne Lamott, autora de um livro sobre escrita que amamos, diz que você precisa se permitir escrever um “primeiro esboço ruim”. Anne tem razão. Comece a escrever e se preocupe em editar depois.
Quando estiver tudo pronto para publicar, selecione de três a cinco tags que descrevam o foco do seu blog, como escrita, fotografia, ficção, maternidade, gastronomia, carros, filmes, esportes ou o que for. Essas tags ajudarão as pessoas que se interessam por esses tópicos a encontrar seu blog no Leitor. Não deixe de incluir a tag “zerotohero” para que novos blogueiros também encontrem você.
Chegando em Cartagena, vi a cotação do peso colombiano, mas estava desfavorável e deixamos para fazer câmbio na cidade. Para sair do aeroporto, seguimos até o balcão de táxi e pegamos o tabelado! Custou de 13.000 pesos. R$20.00. São 4km do aeroporto ao hotel. Jamais pegue táxi pirata na Colômbia (já sofri um sequestro relâmpago saindo do aeroporto em Bogotá)!
O destaque da cidade é, com certeza, suas cores. As casas coloniais são coloridas, com portas incríveis e flores. Eu e Giovana tiramos centenas de fotos em cada parede que encontramos. Depois seguimos para almoçar num restaurante bem barato: Totopo. Comemos peixe, arroz e banana, que custou 15.000 COP. Veio acompanhado de uma sopa aguada. Tomamos limonada. Tem a refeição com o melhor relação custo-benefício, mas é bem simples.
Paramos diante do Claustro Santo Toribio, que foi construído no século XVII, sendo um edifício com pátio central e jardim. Foi usado pela igreja católica, mas, no início do século, a Arquidiocese colocou a serviço da comunidade.
Depois que escureceu, fomos conhecer a Torre del Reloj, que fica na Puerta del Reloj, que é a principal entrada da cidade fortificada, foi construída em 1540, mas inaugurada apenas em 1630. A torre recebeu o relógio no início do Século XVIII. É um considerada uma obra de sucesso da Escola de Fortificação Hispanoamericana
Na frente na torre tem o “Portal de los dulces“, que está situado na Plaza de los coches, que na época colonial era chamado de “El portal del Juez”, posteriormente de “Portal de los esclavos”, quando se vendiam escravos. Recebeu o nome de “portal dos doces” desde o fim do século 19, quando em suas arcadas começaram a vender guloseimas feitas pelo povo que habitava a cidade. Hoje é um ponto de venda de doces típicos.

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| Minha irmã |
No dia seguinte, acordamos e fomos tomar o café da manhã do hotel, que era bem simples: um ovo mexido, duas fatias de pão, uma fatia de fruta e café. Num dia teve suco de corozo e no outro suco de chicha de arroz con piña, mas não estavam listados como itens do café.
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| Suco de corozo Chica de arroz con piña |
Passamos no “Museo del cacao“, que é gratuito, mas, na verdade, é uma loja com diversos produtos de chocolate, com degustação.

| Entrada |
Caminhamos até a Catedral San Pedro Claver, que é uma igreja católica em homenagem a São Pedro Claver. A cúpula amarela e branca pode ser vista de diversos pontos da cidade.
Tinha lido em alguns blogs sobre a possibilidade de pagar um “day use” no Hotel Movich Cartagena de Índias, mas o preço era abusivo. Acredito que vale gastar um pouco mais e ficar num hotel com piscina, para aliviar o calor excessivo.

A maior dificuldade que tive no planejamento da viagem foi encontrar uma hospedagem bem localizada, com um preço razoável e que tivesse chuveiro com água quente, ar-condicionado. Ao contrário dos demais destinos no Caribe, San Andrés não conta com grandes resorts, sendo a maioria pousadas simples ou casas. Tem a rede Decameron, mas a diária passava de R$1.000,00 naquele período.
Escolhi o Aparthotel Marbella, um hotel pequeno, perto da praia, do centro comercial, com wi-fi, chuveiro com água quente (que é raro na ilha) e ar-condicionado. 4 diárias saiu por 792.000 pesos colombianos (moeda da Colômbia), que equivale a R$1.018,00, aproximadamente.
Nosso voo sairia do Rio de Janeiro às 1:25, logo, chegamos para fazer o check-in no aeroporto por volta das 23 horas. Para entrar em San Andrés é cobrado a “Tarjeta de Turismo” (taxa de visita) no valor de 109.000 COP, 40 dólares, que deu cerca de R$160,00 por pessoa, sem desconto para criança. Pagamos no balcão da Copa Airlines, que deu um documento para ser preenchido e guardado, sendo entregue apenas na chegada na ilha.
Os voos da Copa Airlines fazem conexão no Panamá, onde aguardamos por algumas horas, sendo que chegamos na ilha por volta das 11 horas. A mala da minha irmã veio quebrada (era a primeira vez que usava). Fomos ao balcão da companhia para fazer a ocorrência e deram a opção de trocar de mala. Apresentou uma mala preta da Swisswin, no entanto, minha irmã, que estava com uma mala branca rígida, não aceitou a troca por uma preta soft. Preferi não opinar, mas acho que a troca era válida, pois ela ficou com a mala inutilizável.
Surgiu nossa maior dor de cabeça: a casa de câmbio do aeroporto estava fechada! Achei que era por conta do dia da semana, domingo, mas falaram que estava fechada há muito tempo, ou seja, não tinha como fazer câmbio. Ninguém tinha comprado peso colombiano aqui no Brasil.
Em vários blogs há a informação que a opção mais vantajosa é mandar dinheiro pela Western Union (a loja Riachuelo é um agente). Leve o dinheiro em real e já te dão o comprovante de quanto você sacará na moeda local. Basta levar na loja identidade e cpf. Informar o nome completo de quem vai sacar e o país. Importante guardar o MTCN (Money tranfer control number). Esse número que identificará sua transação. Em San Andrés tem uma loja numa galeria em frente ao hotel Casablanca. Não abre aos domingos.
Minha irmã recorreu ao único terminal ATM da cidade, que fica no aeroporto, mas para sacar precisava indicar o PIN recebido no celular, só que o aeroporto não tinha wi-fi! Minha conta é na Caixa, que é o único banco brasileiro que não permite sacar no exterior.
No dia da chegada, o tempo fechou e começou a chover, logo, seguimos para o hotel. Antes de dormir, ainda caminhamos para olhar as lojinhas do centro, também conseguimos comprar a sapatilha para entrar no mar, pois tem muitas pedras. Lembro que fiz a conversão na hora e saiu por 12 reais.
No dia seguinte, acordamos cedo, tomamos banho e seguimos para tomar café na esquina (Caribbean Ice Cream). Pedi um suco, um pastel de frango e um pan de bono (pão de queijo).
Seguimos até a casa de câmbio, localizada numa galeria na frente do hotel Casablanca, para fazer câmbio. A loja estava cheia, pegamos a senha e aguardamos. A cotação do dia era 1 dólar = 2.680 pesos. Voltamos para hotel, fiz o pagamento da hospedagem.
Procuramos a Cooperativa de pescadores, pois os relatos indicavam que tinha o melhor preço para os passeios. É uma casa amarela na praia de Spratt Bight. Tem a opção de fazer apenas Acuario ou Johnny Cay, mas também tem como realizar ambos os passeios no mesmo dia. Foi nossa opção. Acuario + Johnny Cay saiu por 20.000 COP. Sobre Johnny Cay, além do valor do passeio tem que pagar 5.000 COP para entrar na ilha.
Os barcos são bem simples, então, haja coração! O primeiro trecho até o Acuario foi mais tranquilo, mas deve ser complicado para pessoas mais idosas, pois não tem uma estrutura para subir na embarcação ou para descer.
No retorno, caminhamos pela orla e novamente seguimos para comer na “Beer Station”, após um merecido banho quente. Dessa vez tinha limonada de coco, que é uma das bebidas mais gostosas do mundo.
Na terça-feira fomos tomar café da manhã na cafeteria “Bread fruit” – vende sucos, frutas, omeletes. Não foi barato, mas é bom variar um pouco e não tem muitas opções na cidade. Comi ovos mexidos com duas torradas, café e suco de laranja.
Depois caminhamos para ver o preço do mule (carrinho) para alugar para dar a volta na ilha. Tem a opção de carrinho de golf, que é mais lento. O aluguel pelo dia custou 150.000 COP. O tanque estava com 1 ponto de gasolina, portanto, teríamos que devolver com as mesmas condições. Quem dirigiu foi minha irmã, pois nunca tirei carteira de motorista (acho que não é necessário, pois não foi pedido). Depois de uns 10 minutos dirigindo, já numa zona deserta, tivemos um susto quando paramos perto da praia e o carro simplesmente morreu. Ninguém passava. Ficamos com um um pouco de medo. Por sorte, conseguimos ligar pro locador, que explicou para minha irmã o que fazer pro carro voltar.
A primeira parada foi no Aqua Beach Club. Assim que chegamos nas imediações um rapaz veio dizer que teríamos que pagar 5.000 cop para estacionar. Acredito que seja um golpe, mas acabamos pagando (não poderia entrar com o carro no beach club). O beach club tem uma ótima estrutura, com espreguiçadeiras, tendas com cadeiras, mesa e locker, banheiro. Não é preciso pagar nada para usufruir do espaço, basta consumir no local.
O objetivo era seguir caminhando até a ilha Rocky Cay. Minha irmã ficou deitada enquanto eu e Giovana seguimos, segurando na corda, mas o mar estava bem agitado e a maré alta. Faltando uns 100 metros para chegar, decidi voltar, pois as ondas estavam me encobrindo uns 20 centímetros e Giovana estava no colo. Enquanto voltava, encontrei minha irmã, com celular, gopro e outras coisas na mão, me disse que iria até a ilha (ela também não sabe nadar) e pegou minha sobrinha para ir com ela. Passou uns 5 minutos, olhei para trás e também desistiu assim que começou a molhar o celular (risos).
Voltamos para o carrinho, paramos na Playa San Luis para tirar algumas fotos, depois seguimos para o Hoyo Soplador – que é um buraco que solta água de acordo com a maré. Li que embora o local seja público, alguns moradores costumam cobrar para o turista ver a atração. Tem bastante assédio, mas não pagamos nada. É difícil tirar foto no local.
Depois paramos para almoçar no “Freedom Bar e Restaurante“, que estava vazio e tinha um bom preço. Comemos o prato típico da ilha: peixe, arroz, salada e aipim. Veio ainda uma sopinha, que não gostei, pois era água pura.
Entregamos o carrinho antes do horário estipulado, pois já não tínhamos mais o que ver. Voltamos para o hotel para tomarmos banho. Para jantar, minha irmã optou por comer numa pizzaria que tinha na frente do hotel (Pavarotti tapas e pizza), enquanto eu e Giovana preferimos caminhar até a orla para comermos hambúrguer. Tinha uma boa memória da lanchonete “El corral”, mais precisamente do suco de tangerina que tomei em Bogotá, mas em San Andrés não tinha opção de suco natural, apenas refrigerantes.
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| Churrasco de llama |
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| Vulcão Licancabur |
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| Lagunas Altiplânicas |
Cheguei no aeroporto por volta das 8h, pois o primeiro trecho era nacional (Rio-São Paulo), mas a desorganização da Latam era tamanha, que quase perdi o voo que saía apenas às 10h, já que agora o passageiro imprime a etiqueta, faz check-in e só segue até a atendente para despachar a bagagem. O avião aterrissou em São Paulo por volta das 11h e segui para a Sala Vip do Mastercard Black, que sofreu algumas alterações na decoração, bem como no cardápio, desde a última visita, que tinha ocorrido em maio (2017). O próximo trecho, São Paulo-Santiago, só partiria às 15:50!
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| Sala Vip do Mastercard Black |
Teve atraso no segundo trecho e teria menos de 30 minutos para esperar a bagagem, passar pelo controle da vigilância sanitária, na imigração, depois ir até o balcão da companhia para despachar a bagagem, correr até o terminal nacional e novamente passar pelo controle de segurança!!! Novamente, quase perdi o voo, cheguei já com os passageiros entrando no avião. Na saída, encontrei uma funcionária da Lincacabur com uma placa com meu nome. O serviço pode ser reservado online e pago apenas no local. Como chegaria tarde (23:20), preferi deixar reservado. Preenchi o formulário, depois recebi a confirmação da Lincacabur. Só a ida é 12 mil pesos chilenos, ida e volta 20 mil pesos chilenos. Contratei ida e volta. Ela disse que poderia pagar com cartão de crédito. Levo sempre dois de duas bandeiras distintas, visa e mastercard, mas já tive problemas algumas vezes com o banco, que bloqueou o cartão. Respirei fundo e o cartão passou.
A distância entre entre Calama, onde fica o aeroporto, e San Pedro do Atacama, cidadezinha base para os passeios no deserto, é de 100 km, cerca de 1h20 de viagem! Sentei ao lado do motorista, que foi conversando, mas estava morta de cansaço. Finalmente cheguei no hostel e tinha um funcionário me esperando. Já não havia ninguém nas ruas. Significava que não comeria naquele dia! Miguel me levou diretamente para o quarto, me mostrou os banheiros, que ficavam fora do quarto.
Sempre pago a hospedagem antes de viajar, por isso quase sempre reservo no site hoteis.com, mas embora tenha usado o site, pela primeira vez não me deixou pagar antes da viagem. Fiquei ansiosa em carregar todo o dinheiro da hospedagem e dos passeios. Coloquei minha mochila na cama, peguei o dinheiro e fui pagar o hostel, mas disse que O pagamento deveria ser efetuado apenas no dia seguinte.



Finalmente segui para conhecer a cidade de San Pedro, que tem poucas ruas, sendo Caracoles a principal delas. Já tinha feito uma pesquisa online sobre os passeios que gostaria de fazer e da agência que tinha uma boa relação custo-benefício. Segui até o escritório da Cruz Andina, que tem um ótimo atendimento.
Na época que viajei, a conversão era 1 dólar = 625 pesos chilenos, logo, um passeio de 10 mil pesos custou aproximadamente 50 reais. Consegui um bom desconto fechando todos os passeios, total de 6, numa única agência, gastando 142.000 pesos chilenos ou 227 dólares ou 762 reais. Meu cronograma de passeios ficou assim:
Dia 26/11 Passei o dia viajando
Dia 27/11 Valle de la Luna às 16h e Tour Astronômico às 20h50
Dia 28/11 Lagunas Altiplânicas + Piedras Rojas (hotel)
Dia 29/11 Salar de Tara às 8h (hotel)
Dia 30/11 Termas de Puritama às 14h
Dia 01/12 Gêiseres del Tatio às 04h30 (hotel)
Dia 02/12 Retorno ao Brasil
Quando os passeios saem cedo, a agência busca no hotel, mas nos passeios vespertinos ou noturnos, a saída é do escritório. Percebi que a agência supracitada é especializada no tour para o Salar de Uyuni, enquanto no Atacama todos os passeios foram terceirizados, ou seja, uma outra empresa de turismo nos buscava e nem sempre mantinha a mesma qualidade. Lembro que para o Valle de la Luna a empresa era “Luna”, Lagunas Altiplânicas foi “Viva Atacama” e Termas de Puritama “JJM turismo”. O melhor serviço foi o do Salar de Tara, que era um guia autônomo, mas levou um bom almoço e serviu até vinho.![]() |
| Pesos chilenos |
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| Sopa de mariscos |
O tour custa, em média, 10.000 pesos e começa sempre no período da tarde, por volta das 16 horas, quando a temperatura está mais amena. Passamos pelas “Tres Marías”, “el Cañón”, “el Anfiteatro” e “la Piedra del Coyote”.
O tour sai do centro de San Pedro em direção à Cordilheira de Sal, no Deserto do Atacama, o lugar mais árido do mundo! Em 15 minutos chegamos no “Vale da Lua”, no fim, após explorarmos o vale, seguimos para apreciar o pôr do sol sobre um mirante natural, de onde pudemos ver o deserto mudar de cor. De repente, o tempo mudou completamente e presenciamos vento e frio.
Cheguei na agência às 20:30 e disse que precisaria usar um banheiro, logo, fui para o hostal, já que me buscariam na porta da hospedagem para o próximo tour.
A Laguna Chaxa é o paraíso dos flamingos, lá encontramos três espécies que habitam no Chile: flamingo andino, flamingo chileno e flamingo James. Há um caminho demarcado onde as pessoas podem caminhar. O reflexo do sol no sal e na água é tão intenso que é difícil ficar com os olhos abertos, logo, é necessário levar óculos escuros. Passei protetor solar e mesmo assim meu rosto ficou muito queimado. 
Depois houve uma parada para o café da manhã (acredito que os ovos mexidos que comi me derrubaram). Foi praticamente o último lanche que fiz enquanto estive no Atacama.





O guia fez uma parada rápida na placa que marca o “Trópico de Capricórnio“, que é uma linha imaginária que corta o globo terrestre no sentido horizontal.
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| Rua Caracoles em San Pedro |
Art. 12. As alterações realizadas de forma programada pelo transportador, em especial quanto ao horário e itinerário originalmente contratados, deverão ser informadas aos passageiros com antecedência mínima de 72 (setenta e duas) horas. § 1º O transportador deverá oferecer as alternativas de reacomodação e reembolso integral, devendo a escolha ser do passageiro, nos casos de:
[…]
II – alteração do horário de partida ou de chegada ser superior a 30 (trinta) minutos nos voos domésticos e a 1 (uma) hora nos voos internacionais em relação ao horário originalmente contratado, se o passageiro não concordar com o horário após a alteração.
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| Valle de la Luna |
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| Gêiseres del Tatio |
Cruz Andina (fiz os passeios com essa agência):
https://www.cruzandinatravel.com/pb/
Volcano Ventura (indicada por uma colega):
http://www.volcanoaventura.cl/es/excursiones-regulares/
Araya Atacama
http://arayaatacama.com/tours/
FlaviaBia (o preço é mais elevado, mas a estrutura parecer ser ótima)
http://www.flaviabiaexpediciones.com/
Astrotour Atacama
https://astrotouratacama.cl/
Space Obs (expedição astronômica)
http://www.spaceobs.com/
Ayllu Atacama (o preço é mais elevado, mas a estrutura parecer ser ótima)
www.aylluatacama.com.br
Transvip: http://www.transvip.cl/
Lincacabur: http://www.translicancabur.cl/
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| Guillermo fazendo amizade na fila, como sempre |
Naquele dia visitamos o Museo Nacional de Bellas Artes de Cuba, que cobra 5 CUC pelo ingresso. Tivemos que deixar as bolsas na chapelaria e fomos informados que nas salas de exposições não poderíamos fotografar. O prédio é imenso, mas está muito abandonado. Tem uma sala de cinema no térreo, um restaurante, depois uma escadaria conecta com os outros andares. O “folder” avisa que hoje em dia o prédio mostra exclusivamente obras de arte cubanas, que são divididas em 4 fases: Arte Colonial (séc. XVI-XIX), Mudança de Século (1894-1927), Arte Moderna e Arte Contemporânea.
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| Eu, Pablo, Raquel e Guilherme |
Sobre Centro Habana, minha percepção foi muito positiva. Tendo em vista que não é uma área turística, não tem vendedor de rum ou charuto, não vi pessoas tentando aplicar golpes ou pedindo qualquer produto. Os moradores daquele bairro estão vivendo a vida deles, sem se preocupar com o turismo. Os preços são muito melhores que em Habana Vieja, tanto para comer quanto para se hospedar.
De tanto ouvir: “Vai pra Cuba”, eu decidi que era hora de conhecer um país que há muito tempo estava na minha lista.
Desde que retornei, há quase um mês, estou tentando processar tudo que vi em apenas 7 dias. Me aprofundei nas pesquisas, em livros e documentários para entender melhor a ilha de Fidel, afinal, eu fui fazer turismo e não uma pesquisa antropológica.
Fiquei impressionado com a beleza “decadente” de Havana. A cidade está no meu coração e eu quero voltar um dia.
Você vê o luxo e o lixo convivendo lado a lado.
Vi um país que parou no tempo. As casas mais novas parecem ser dos anos 70, mas me parece que é a arquitetura do local, pois as construções seguem o design daquela década.
O povo é o mais interessante. Sempre alegre e educado – para as turistas mulheres, há uma certa abordagem. Nada comparado ao quê vemos no Brasil, mas pode ser um problema para as turistas que viajam sozinhas.
Não tem assalto, ou abordagem direta – não pedem dinheiro, mas pedem sabonete, ou algum alimento, ou até roupa. O povo é pobre, de fato. Sabonete por exemplo é um item quase de luxo; e a comida é racionada e alguns itens como carne, são caros.
Eles trabalham muito!!! Mas trabalham para o governo – nas palavras da mulher que trabalha no hostel que eu fiquei – (Se bem que aqui no Brasil é assim desde 1500)
Eles têm educação e saúde – isso já sabemos.
Não se vê crianças na rua – a não ser acompanhadas pelos pais, ou a caminho da escola de uniforme…
Com certeza, essa foi uma das melhores viagens da minha vida. Me emocionei com as pessoas e suas histórias; os lugares; e antes que me chamem de esquerdista e afins, e continuem me mandando para Cuba, eu falo o seguinte: de fato, me considero de esquerda. No entanto, considero muito perigoso qualquer extremismo, seja à direita ou à esquerda.
Cuba é um lugar que tinha tudo pra dar (mais) certo – igual o Brasil. Quem sabe um dia…