Relief, Danielle Lima, 2001 Materiais: Saco de cebola, linha e chaveiros dos anos 70. Dimensão: 77 cm x 47 cm “Produzir objetos inusitados (por vezes estranhos, esquisitos ou angustiantes) foi o que me propus fazer. Quero resgatar a poesia intrínseca dos materiais e torná-los insólitos. São trabalhos que não tentam agradar os olhos.”
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Estranhos vestígios
O jornal “Folha da Bahia” (02/11/2004) noticiou a exposição Registros–resquícios/Maio 2004, no Goethe-Institut de Salvador, e comentou sobre o estapafúrdio cartaz encontrado nas ruas da cidade (Piedade/Carlos Gomes), segue o trecho: “Você pode até ter visto pelas ruas da cidade, afixado em diversos postes um cartaz com o seguinte texto: “Compra-se um coração”, com telefone eContinuar lendo “Estranhos vestígios”
Compra-se coração vivo
Adoro coração, seja o ícone ou o órgão. Berço de todos os sentimentos. Kitsch. Segundo Leonilson, “Expor o coração é ato doloroso, sobretudo, em tempo de cinismo e ceticismo. O coração como órgão muscular, bombeador de sangue através de veias e artérias, centro vital das emoções e sensibilidades do sujeito, repositório de seus sentimentos maisContinuar lendo “Compra-se coração vivo”
Um botão de rosa
Minha homenagem às mães é fotográfica: Danielle Lima: fotografia manipulada digitalmente
Ninguém liga pra mim…
Danielle Lima, Inusitados “Ninguém liga pra mim…”: telefone, poeira, durex e decalque, 2004.