O primitivismo em Basquiat

Capítulo 6 O primitivismo em Basquiat Na discussão sobre primitivismo, podemos destacar que “Nos últimos anos essa abordagem foi debatida e relativizada por historiadores e críticos de arte com posições muito diferentes. Uma abordagem que influenciou grandemente o primitivismo é a ‘teoria do discurso’.” (Arte moderna: práticas e debates, 1998, p.4). A presença constante daContinuar lendo “O primitivismo em Basquiat”

Jean-Michel Basquiat e o multiculturalismo

Capítulo 5 Multiculturalismo “Basquiat representa uma das classes da sociedade americana às quais as barreiras sociais impedem, geralmente, o acesso à arte.” (Klaus Honnef, 1994, p.160.)     Para Terence Turner, a crítica do multiculturalismo procura usar a diversidade cultural como base para a mudança, para a revisão das noções básicas e princípios comuns paraContinuar lendo “Jean-Michel Basquiat e o multiculturalismo”

Algumas observações sobre o debate crítico

Capítulo 4 Algumas observações sobre o debate crítico relativo à produção dos anos 80             Transvanguarda foi um termo criado por Achille Bonito Oliva. Em Transvanguardia Italiana (1980), Oliva menciona um nomadismo cultural e ecletismo estilístico, uma arte marcada por citações. Seriam “Linguagens próximas e distantes, abstratas e figurativas, internacionais e autóctones, experimentais e tradicionais,Continuar lendo “Algumas observações sobre o debate crítico”

Jean-Michel Basquiat e os anos 80

 Capítulo 3 Jean-Michel Basquiat e os anos 80  Imagem nº8: Untitled (1984)   Antes de falarmos de sua inserção nos anos 80, faz-se necessário falar sobre esse momento, o contexto histórico em que ele viveu. Nas artes, os anos 80 são marcados pela retomada da pintura através do Neo-expressionismo e da Transvanguarda. Tal como oContinuar lendo “Jean-Michel Basquiat e os anos 80”

Jean-Michel Basquiat: sua condição de artista marginal

Capítulo 2 Sua condição de artista marginal                  Jean-Michel Basquiat é o tipo de artista cujo entendimento de sua biografia é essencial para o entendimento de sua obra, já que ela inclui autobiografia, questões raciais, cultura popular e simbologia que nascem justamente de seu contato com o mundo.              Basquiat teve uma educação erudita, eraContinuar lendo “Jean-Michel Basquiat: sua condição de artista marginal”

Jean-Michel Basquiat: um paradoxo (in)constante

Capítulo 1 Introdução Folheava um catálogo com as obras de Jean-Michel Basquiat (1960-1988), quando fui tomada pela curiosidade. Comecei a me fazer algumas perguntas e cada vez mais queria entender seu processo de criação, sua origem, suas influências. Talvez o pasmo inicial não tenha nascido essencialmente da catarse causada por sua obra (o que emContinuar lendo “Jean-Michel Basquiat: um paradoxo (in)constante”

Degas e a fotografia

Notamos nos desenhos e pinturas de Degas grande preocupação com o enquadramento das cenas, e ainda, com a angulação oblíqua. Colocava seus modelos em primeiro plano, dando maior profundidade à composição, revelando a influência exercida pela fotografia em sua obra.  Analisando detalhadamente algumas imagens, podemos compará-las a fotografias instantâneas. Como vemos em “A aula deContinuar lendo “Degas e a fotografia”

Músicos e pintores

Ontem um amigo (Carlinhos) mostrou algumas pinturas dos seus ídolos Janis Joplin e Kurt Cobain no “facebook”, que serviu de inspiração para o “post”. Sem questionar se é arte ou a qualidade dos seus trabalhos, tentei lembrar de músicos que também demonstram seus sentimentos em outros suportes. Pois, como dizia Voltaire, “a pintura é poesiaContinuar lendo “Músicos e pintores”

Roland Barthes artista amador

Roland Barthes artista amador Sem título, 1974. Tem um texto do Roland Barthes que acho ótimo, sobre o “artista amador”, nome da sua exposição no CCBB, que aconteceu em 1995. Para além da produção literária, o francês também se arriscou no campo das artes visuais com seus desenhos, rabiscos, grafismos. Sem título, 1976.  “O amadorContinuar lendo “Roland Barthes artista amador”

Wassily Kandinsky

Estudo para composição II, 1910, The Solomon R. Guggenheim Museum   “Uma obra de arte é constituída por dois elementos: o interior e o exterior. O elemento interior, quando tomado individualmente, representa a emoção da alma do artista. Na verdade, esta emoção é capaz de suscitar na alma do espectador uma emoção correspondente. Enquanto aContinuar lendo “Wassily Kandinsky”

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