Admito que nunca tinha ouvido falar no “Aldeia das Águas” até no último mês, quando minha irmã juntou um grupo de amigos para visitar o parque, que fica localizado em Barra do Piraí, a 150km do Rio de Janeiro – cerca de 2 horas de carro. A atração que me convenceu a seguir na aventura foi o “Kilimanjaro”, o maior toboágua do mundo (adoro fortes emoções). Nas dependências do parque, há um hotel, para quem quer aproveitar as piscinas por mais tempo.
Chegamos por volta das 11h e observei que o estacionamento estava lotado. Minha irmã foi trocar os ingressos comprados online. No site do parque, o ingresso de adulto custa R$120,00, todavia, encontrei promoções no peixeurbano e no hotelurbano.
Deixei meus pertences em uma cadeira (para quem for só, tem a opção de alugar um armário) e segui para um toboágua de pequeno porte com minha sobrinha. No início, ela estava receosa, pensou em desistir, mas acabou descendo. Fui logo atrás e imaginei seu desespero na descida! Embora não fosse tão alto, nas curvas a pessoa quase voava.
Posteriormente, caí na maior cilada do parque: a tirolesa. Aparentemente a fila não estava longa, mas perdi 3 horas ali. O sentimento de raiva era compartilhado por todos. Depois de 1 hora na fila ninguém tinha coragem de desistir. Já com os olhos anuviados, minha sobrinha lembrou de mim e foi levar um salgadinho e um copo de refrigerante.
A maioria das pessoas na fila estava em uma excursão, que terminaria por volta das 17h, sendo que conseguimos descer na tirolesa apenas 15h!!! No fim, o passeio é interessante, pois sobrevoa o parque, mas não leva 1 minuto. Não consegui conhecer tudo em decorrência da perda de tempo.
Ao descer da tirolesa, observei que tinha um caminho para o Kilimanjaro (os brinquedos funcionam apenas em determinados horários), que fecharia às 15:30h. O toboágua tem 49,90 metros de altura e foi classificado pelo Guinness Book, edição 2017, como o maior do mundo! O toboágua tem a classificação de “maior do mundo” desde 2005, no entanto, salvo engano, foi construído um toboágua nos EUA com 51 m, mas foi fechado em decorrência de um acidente fatal. Só a título de comparação, o “Insano”, famoso toboágua do “Beach Park”, tem “apenas” 41 metros.
É preciso um bom preparo físico para subir os inúmeros degraus. No caminho, me divertia com um grupo de amigos, pois alguns desistiram no caminho e saíram correndo de medo. Sentei na base, liguei a câmera, cruzei meus braços e desci. Há uma sensação de morte, mas é muito rápido, deve levar uns 8 segundos.
Saí de lá esbaforida e eufórica, mas não repeti a dose, pois não sobraria tempo para ver mais nada. Fui procurar minha sobrinha e mudamos de lugar, para um espaço com palco e animação, na frente da piscina com ondas.
Eu, minha sobrinha e uma amiguinha dela seguimos para uma pista com boias e repetimos umas 5 vezes. Depois entramos no “Rio Corrente“, que percorre uma parte imensa do parque. Há ainda alguns playgrounds infantis, com a temática da Turma da Mônica.
Há lanchonetes, sorveteria, loja de doces, bares molhados, mas acabei comendo um sanduíche vegetariano no “Subway”. Antes de comer é preciso adquirir crédito na “central de crédito” e pegar um cartão. Todo o pagamento é feito com o cartão adquirido no parque. Giovana (minha sobrinha) ficou empolgada com “a maior loja de Fini do Brasil”.













